Saudade, Aveiro!

O museu vivo dos “tapetes de trapos”

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Na freguesia de Pardilhó, em Estarreja, um projeto familiar ajuda a preservar a tecelagem manual, que corre risco de extinção . Falámos com Manuel Tavares, um dos promotores da Casa do Tear.

Como surgiu a Casa do Tear?
A Casa do Tear (CT) surgiu em 2012 quando a segunda geração ligada à tecelagem decide dar um novo fôlego / rumo à atividade da tecelagem manual de tapetes (passadeiras e mantas) conhecidos por “tapetes de trapos”, outrora presentes em muitas lojas e feiras de todo o país, mas que face às alternativas foi perdendo visibilidade.
Aliando novos padrões aos tipicamente tradicionais, a CT apresenta uma tecelagem executada de forma 100% manual que lhe confere autenticidade e durabilidade.

Qual o conceito em que apostaram ?
Criámos um espaço multifuncional que agrega a arte da tecelagem (museu e atelier de trabalho ao vivo) com o lazer e divulgação cultural (café/bar, loja de artesanato, sala de exposições e reuniões) tudo num ambiente tranquilo onde a natureza tem um importante papel, com o jardim e áreas envolventes.

Os teares ainda funcionam?
No ateliê os teares, apesar de cinquentenários, ainda funcionam sendo possível, sob marcação prévia, assistir à tecelagem ao vivo.

Os tapetes seguem o tipo de produção artesanal?
A tecelagem dos tapetes produzidos pela CT seguem os mesmo processos, inteiramente manuais, tal como há mais de 60 anos. O processo inclui a preparação da teia (urdir e empeirar) que precede a fase de tecer propriamente dita.

Continuar a ler entrevista aqui.

Mais informação sobre a Casa do Tear aqui.

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